ensaio sobre a terra







(55)




(1)
vista da exposição com Ana Carolina Rodrigues e Sara Belo

(2-3)
Deriva Natural
Ana Carolina Rodrigues, 2018
pigmento e terra sobre madeira, 155 x 4,5 x 3 cm, 143,5 x 4 x 3 cm e 151 x 4,5 x 3 cm

(4)
vista da exposição com Marta Castelo e Anabela Mota

(5)
Fragilidade transbordante
Anabela Mota, 2018
projecção de fotografia digital, dimensões variáveis

(6)
vista da exposição com Anabela Mota

(7)
o olhar da água (sobre a Terra)
Anabela Mota, 2018
projecção de vídeo HD, 13'21''

(8-11)
Transparências habitadas
Anabela Mota, 2018
vidro e água, dimensões variáveis

(12-19)
labor
Marta Castelo, 2018
barro e cerâmica, dimensões variáveis

(20)
vista da exposição com Catarina Domingues, Ana Mata, Teresa Prjecto e Sara Belo

(21-28)
o riso esconde-se distraído em todos os instantes
Catarina Domingues, 2018
caneta e tinta-da-china sobre papel, 29,7x42 cm

(29)
vista da exposição com Sara Belo e Ana Mata

(30)
vista da exposição com Sara Belo e Teresa Projecto

(31-34)
estela
Teresa Projecto, 2018
grafite sobre papel, 109 x 201 cm

(35-42)
desterrado
Sara Belo, 2018
acrílico sobre papel montado em caixa de madeira, 7 x 9,5 cm (19)

(43-54)

Mãe de Milhões
Nádia Duvall, 2017/2018
instalação, dimensões variáveis

Ensaio sobre a terra (I, II, III)
Nádia Duvall, 2017/2018
instalação (batata-doce, terra, som, cerâmica, tubos, luz, dimensões variáveis)

Untitled I
Nádia Duvall, 2017/2018
fotografia instantânea FUJIFILM

Untitled II
Nádia Duvall, 2017/2018
fotografia instantânea FUJIFILM

(55)
o olhar da água (sobre a Terra)
Anabela Mota, 2018
projecção de vídeo HD, 13'21''



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Exposição do colectivo humor líquido na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, de 28 de Julho a 31 de Agosto de 2018.


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A espécie recebeu o nome de nascida da terra (do húmus).

Quando a palavra «terra», que designava um qualquer lugar habitável, passou, no início da astronomia moderna, a significar também um planeta (a Terra), foi como se a humanidade dissesse para si mesma: eis o habitat humano. Eis o nome próprio da habitabilidade.

Que pode a arte fazer? Pode — e deve — fazer aquilo que sempre fez. Ensaios sobre a terra.
Ensaios sobre a vida humana e — inseparavelmente — sobre a possibilidade de habitar a Terra.



excertos do texto A Terra vista da terra, de Tomás Maia
publicado em opúsculo por ocasião desta exposição

ver opúsculo


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